Campo de Concentração em Dachau

Dachau foi o primeiro campo de concentração da Alemanha Nazista, construído em 1933, próximo a Munique. Primeiramente iam para lá apenas presos políticos, mas com o tempo foram chegando também os judeus. Foram mantidas ali mais de 200 mil pessoas e mais de 30 mil foram exterminadas.

Para quem gosta de história a visita ao campo de concentração de Dachau é obrigatória. Além da entrada ser gratuita, pra chegar lá é bem tranquilo.  É só pegar a linha S2 do trem de Munique e descer na Dachau Hauptbanhof. De lá você pega um dos ônibus que passam no campo de concentração. O ponto fica bem em frente a estação.

A entrada do campo é conhecida pela clássica placa “Arbeit macht frei”, ou “ trabalho liberta”, que havia sido supostamente roubada quando a gente foi.

A exposição, que fica no primeiro edifício, conta com muitas fotos, alguns pertences, objetos utilizados pela polícia nazista e os famosos “uniformes” dos presos.

Dos muitos galpões (ou celas) onde ficavam os presos, só sobraram dois. Lá dentro parece que tudo ainda está intacto. As paredes descascadas, as beliches e banheiros usados por eles, tudo em péssimas condições. É impossível não imaginar o sofrimento de quem vivia ali.

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Andando mais um pouquinho você chega à câmara de gás, que – dizem – nunca foi usada. É um cubículo muito pequeno e com o teto bem baixo. Ao lado da câmara tem o crematório.

E mais pra trás há um caminho que nos leva à algumas valas e homenagens em diversas línguas, representando diversas religiões.

Os prisioneiros só foram libertados em 1945 pelas tropas americanas.

O lugar é enorme e aberto, há um silêncio gigantesco, fui no inverno e a paisagem parecia mais pesada ainda, coberta por aquele céu cinza e aquele vento forte e frio. Não é um passeio que você faz feliz e sai alegre por conhecer mais um lugar histórico. Você sai de lá muito pensativo, mesmo! De qualquer forma a visita é incrível, muito aprendizado, muita informação e muita história. Vale a pena.

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Para mais informações, acesse o site do memorial.

Destino Compartilhado | por: Carolina Rosa


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