Como comecei a me apaixonar por viagens

Assim como pra muita gente, viajar pra mim tem um significado especial, desde que eu sou criança. Acordar cedo com as malas prontas, sentir aquele clima de todo mundo se aprontando, colocar um monte de coisa no carro e chegar na estrada.

Isso se intensificou pelo fato de que eu fui escoteiro ativamente por 10 anos na minha vida, entre os 7 e os 17 anos. Eu viajava constantemente, 3 vezes por ano pelo menos, com meu grupo escoteiro e isso alimentava mais ainda a minha paixão por conhecer novos lugares e explorar novos horizontes.

E foi justamente com 17 anos que aquela chama, o primeiro vestígio do que poderia ser o Destino Compartilhado, se acendeu dentro de mim. Foi a primeira vez que eu sai do Brasil, eu fui sozinho e nunca tinha nem andado de avião na vida. Pra mim era tudo novo, pessoas falando línguas estranhas, lojas com produtos que eu achava só existiam na televisão, aeroportos pela Europa, foi um choque grande pra mim. Visitei a Alemanha e foi lá que eu morei por cerca de 15 meses, um lugar onde eu aprendi e cresci muito. Quando eu voltei a morar definitivamente no Brasil, já com 19 anos, eu sabia que já não era o mesmo, de nenhuma forma.

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Alguns anos depois eu conheci a Carol, a gente já viajou junto pra vários lugares, já fizemos muita coisa. Com o passar do tempo, viagens começaram a se tornar quase obrigatórias para nós, a gente precisava visitar, conhecer e estar em outros lugares, tanto que foi natural quando a ideia de poder viajar e trabalhar ao mesmo tempo surgiu. Parecia muito óbvio, por que não pensamos nisso antes? As ideias, os conceitos foram nascendo dali, cerca de um ano atrás, quando a gente começou a acompanhar outros blogs e canais do Youtube.

Em pouco tempo já estava decidido que era isso que queríamos fazer, pelo menos por um período de nossas vidas. Temos nossas ambições profissionais, nossas metas de vida, mas todas elas de alguma forma se entrelaçam com o que hoje é o Destino Compartilhado.

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Esse blog é o ponto mais importante nessa pequena história da minha vida de viajante. É ele que, de agora em diante irá guiar nossas viagens e dar um sentido pra tudo que a gente sentia que podia mostrar e contribuir. Ainda há muitas ideias, muita coisa pra acontecer até que as viagens mais gigantes aconteçam, mas escrever é como um oxigênio para nós.

Ainda temos muitos destinos para compartilhar.

Destino Compartilhado | por: Tom Freitas


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